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terça-feira, 11 de março de 2014

DEVANEIOS SOBRE A GRAÇA...

Em meu Trabalho de Conclusão de Curso - TCC (Teologia), estudei, pesquisei e escrevi sobre a "Graça em Gálatas".

Quero compartilhar com você minha introdução e conclusão, acreditando que pode ser algo de grande relevância para a sua vida. Desperte para a graça, para a grande notícia do Evangelho de Cristo!



INTRODUÇÃO
A vida por si só já é para o ser humano, um fardo muito pesado, e muitos sucumbem em meio aos problemas da vida cotidiana no âmbito profissional, pessoal, familiar, etc. Procuram um alívio, e então, encontram em Jesus Cristo a possibilidade de viver com um fardo mais leve.
Só que não é bem assim que tem ocorrido (infelizmente) na grande maioria de igrejas cristãs. Julga-se e define-se o modo em que um crente deve viver, colocando regras do que pode e do que não pode fazer, uma lista de itens do que um crente deve e do que não deve fazer. Aquilo que poderia ser o alívio para a vida, torna-se um novo fardo do viver, e novamente muitos sucumbem em sua fé por não conseguirem viver nos padrões que muitos líderes cristãos e suas comunidades tem ensinado.
Charles Swindoll chama a esses de assassinos da graça. Philip Yancey diz a esses que fazem a lista do isto pode e isto não pode, que “...não há nada que você faça para que Deus o ame mais, nem para que Ele o ame menos. Nessa linha de pensamento, Brennan Manning entende que somos todos maltrapilhos vivendo debaixo de um Deus que nos ama acima de tudo. 
É com o intuito de trazer a uma reflexão sobre a graça que decidi por esse tema, e especificamente em Gálatas por serem um povo que Paulo disse que estavam “caindo da graça”. Então, estudar o tema da graça em Gálatas, torna-se de extrema importância para uma retomada genuína da vida cristã encontrando em Jesus Cristo o descanso que Ele prometeu, assim como o fardo leve e o julgo suave.
Neste trabalho, encontram-se um breve estudo da Graça na Bíblia, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, algumas aplicações do tema, um panorama da epístola de Paulo aos Gálatas e por fim uma análise do termo Graça na mesma epístola.

CONCLUSÃO
Anseio que os pregadores redescubram o Evangelho da Graça, que as igrejas sejam movidas a um Despertar da Graça, assim como Paulo desejava com os Gálatas.
O estudo da carta aos Gálatas para a questão é fundamental para que pregadores e evangelistas se voltem para a verdade da graça em detrimento da lei e das regras humanas. É fato que muitos cristãos tem deixado sua fé por não conseguirem viver o padrão descrito nos púlpitos Cristãos. A graça é inclusiva, pois inclui a mulher adúltera no Reino, inclui o cobrador de impostos, inclui gente que perseguia a igreja de Cristo, inclui ladrões que só encontraram a graça na hora da morte na cruz, inclui a cada um de nós, que assim como qualquer outro citado, ou que pudesse ser citado, nunca mereceu.
Muitos dizem que buscamos bênçãos de Deus, mas que não fazemos nada para merecer. A graça mostra que ainda que façamos algo, ou não façamos nada, não será isso que fará com que Deus haja com bondade ou não haja. O Deus de amor que enviou seu Filho Jesus Cristo, segundo aqueles que escrevem ou pregam sobre a graça, ama incondicionalmente.
A graça não é e nunca foi barata. Mas todo o preço que precisava ser pago, foi pago não com dízimos, não com cumprimento de leis, de ritos, de regras, de culto, de frequência na reunião da comunidade. Foi pago sim, com dor, com sangue, e sangue inocente.
Àqueles que desejam encontrar descanso em Jesus Cristo, encontrarão pela graça. Então, como citado por Philip Yancey, a última palavra perfeita é a grande boa notícia do evangelho: Deus ama a cada um, e esta é uma frase com ponto final, sem necessidade de “mas”, “no entanto”, “porém”, “contudo”.
A graça é arriscada, mas, não vive-la por medo do risco é não viver o evangelho de Jesus Cristo. É viver abaixo da mediocridade. É não desfrutar da Mensagem da cruz.

Por: Laimons Bumbeers

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